A Casa de Oswaldo Cruz é a unidade técnico-cientÃfica da Fundação Oswaldo Cruz dedicada à preservação da memória da instituição e à s atividades de pesquisa, ensino, documentação e divulgação da história da saúde pública e das ciências biomédicas no Brasil.
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As pesquisas concentram-se no campo da história das ciências e da saúde, com intensa publicação de livros e obras de referência sobre a institucionalização, a produção de conhecimentos e de polÃticas públicas em ciência e saúde no paÃs. Além disso, o conhecimento acumulado em diversas práticas profissionais fez emergir investigações nos campos da arquivologia, documentação e informação; divulgação cientÃfica; e arquitetura e urbanismo, com suas interfaces nas ciências e na saúde.
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O acervo sob a guarda da Casa é o mais expressivo do paÃs sobre os processos polÃticos, sociais e culturais da saúde: fotografias, filmes, documentos, peças museológicas e depoimentos orais remontam ao fim do século 19, integrando o arquivo permanente da Fundação e os arquivos pessoais de cientistas e sanitaristas, entre eles Oswaldo Cruz, Carlos Chagas, Souza Araújo e Belisário Penna.
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A unidade também desenvolve relevante atividade editorial, destacando-se a revista História, Ciências, Saúde – Manguinhos, bem avaliada no programa Qualis Periódicos, da Capes, e presente em indexadores como Thomson Reuters, Medline e Scielo.
Na área de ensino, destacam-se o mestrado e doutorado em história das ciências e da saúde e os cursos de especialização em divulgação da ciência, da tecnologia e da saúde e em preservação e gestão do patrimônio cultural das ciências e da saúde. A Casa coordena a Rede Latino-americana de História e Patrimônio Cultural da Saúde e sedia o Observatório História e Saúde da Rede de Observatórios de Recursos Humanos (Opas/Ministério da Saúde).
Criada em 1985 e localizada no histórico Pavilhão da Peste (ou Prédio do Relógio), a Casa cuida ainda da preservação e da restauração do patrimônio arquitetônico, ambiental e urbanÃstico da Fiocruz. Exemplar valioso desse conjunto, a Cavalariça, de 1905, é hoje o Espaço da Biodescoberta, uma exposição interativa integrante do Museu da Vida.
Departamento da unidade criado em 1999, o museu é um espaço de integração entre ciência, cultura e sociedade. Refletindo o compromisso social da instituição, tem por objetivo informar e educar em ciência, saúde e tecnologia de forma lúdica e criativa, por meio de exposições permanentes, módulos interativos, multimÃdias, teatro e outras atividades que despertam a curiosidade pela ciência.
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Diretora
Nara Margareth Silva Azevedo
Vice-Diretora de Gestão e Desenvolvimento Institucional
Nercilene Santos da Silva Monteiro
Vice-Diretor de Informação e Patrimônio Cultural
Marcos José de Araújo Pinheiro
Vice-Diretor de Pesquisa, Educação e Divulgação CientÃfica
Paulo Roberto Elian dos Santos
Especializada em História da Saúde Pública e Ciências Biomédicas no Brasil
Detalhe do desenho da calçada em pedra portuguesa do castelo da Fiocruz, de estilo mourisco.
outros exemplos de detalhes do mesmo estilo
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