Ir para o conteúdo

Pavilhão Mourisco

Pavilhão Mourisco
Também conhecido como Castelo da Fiocruz, este edifício é um singular exemplar arquitetônico inspirado na arte hispano-muçulmana. Sua construção está inserida no contexto do ecletismo do início do século 20. Projetado pelo arquiteto Luiz Moraes Junior, o edifício começou a ser erguido em 1905 e foi concluído em 1918. Foto: André Az.
Castelo da Fiocruz ao entardecer
O prédio foi projetado para abrigar laboratórios, biblioteca e salas de trabalho. Atualmente, muitos laboratórios que ocupavam o castelo foram transferidos para novos edifícios e os seus espaços foram reapropriados para uso administrativo e cultural. Foto: Peter Ilicciev.
Fachada posterior do Castelo da Fiocruz
A torre abriga os banheiros que, com o tempo, foram adaptados para atender aos requisitos de acessibilidade. No primeiro pavimento foi preservado um banheiro com as louças originais. Foto: Peter Ilicciev.
Bow-windows
As bow-windows são janelas projetadas para fora do plano da fachada. No Castelo da Fiocruz, elas integram balcões com estrutura em aço revestida com elementos ornamentais de cimento. Foto: Richard Verdoom.
Janelas do Castelo da Fiocruz
As grandes janelas de ferro forjado e vidro, responsáveis pela intensa iluminação natural e pelo arejamento dos ambientes, são compostas de folhas e bandeiras móveis, que permitem uma variação na composição das aberturas. Foto: Richard Verdoom.
Janelas do Castelo
As janelas do edifício são de caixilho metálico com vidro, compostas por folhas de abrir e bandeiras em forma de ferradura, com desenhos variados. Foto: Acervo COC.
Bandeiras de portas e janelas
Foram catalogados 18 diferentes tipos de desenho nos gradis das janelas do Pavilhão Mourisco, sendo alguns em forma de ferradura. Foto: Peter Ilicciev.
Cobertura
No topo do Castelo da Fiocruz, estão os terraços e elementos de coroamento. Destacam-se as torres em planta octogonal e cúpulas de cobre, e as muretas com ameias e torreões em estuque ornamental de cimento. Foto: André Az.
Ameias e torreões
Os elementos que emolduram as muretas do topo do Castelo da Fiocruz são ricamente ornamentados. Foto: Peter Ilicciev
Complexo da Maré visto da cobertura
O edifício se encontra em posição privilegiada na paisagem. Dele, pode-se ver grande parte da cidade do Rio de Janeiro. Foto: Acervo COC.
Hall de entrada
A escada principal é estruturada em ferro forjado com pisos em mármore de Carrara e corrimãos em ferro fundido e latão. É o elemento de maior destaque do hall principal do Castelo. Foto: Rosio Moyano.
Hall principal do Castelo da Fiocruz
O hall da escada é revestido por painéis de gesso em baixo relevo, originalmente folhados a ouro, compostos com barrados de madeira. Foto: Peter Ilicciev.
Hall do terceiro pavimento
A passarela central fica sobre a escada principal. No centro, a porta que dá acesso à varanda frontal do Castelo da Fiocruz. Foto: Vinicius Pequeno.
Varanda do Castelo
As varandas frontais são revestidas com azulejos portugueses e mosaicos franceses. As luminárias são em ferro fundido, e os guarda-corpos são compostos por balaústres de cimento e peitoril em mármore de carrara. Foto: Peter Ilicciev.
Azulejos Bordalo Pinheiro
Nas varandas frontais do Castelo da Fiocruz, o azulejo foi amplamente utilizado como elemento decorativo. Foto: Peter Ilicciev.
Azulejos Bordalo Pinheiro
Os desenhos revelam o esmero da fábrica portuguesa Bordalo Pinheiro, de Caldas da Rainha, cidade na região central do país ibérico onde foram confeccionados. Foto: Acervo COC.
Pisos em mosaico
Os pisos das varandas e halls do Castelo da Fiocruz são revestidos por mosaicos feitos de pastilhas cerâmicas francesas. Foto: Peter Ilicciev.
Mosaico do Castelo da Fiocruz
A distribuição dos mosaicos, em variadas cores e formas, lembra os tapetes e passadeiras árabes. Foto: Peter Ilicciev.
Biblioteca de Obras Raras
O salão da biblioteca possui teto e paredes em estuque de gesso decorado com desenhos mouriscos. As luminárias de bronze e latão, com cúpulas de opalina, produzem uma luminosidade suave e difusa. Uma elegante arcada, apoiada sobre colunas e de onde pendem estalactites, é uma evidência da inspiração na arquitetura do complexo palaciano de Alhambra, na Espanha. Foto: Rosio Moyano.
Biblioteca de Obras Raras
Neste local eram realizadas as Mesas das Quartas-Feiras, reuniões instituídas por Oswaldo Cruz em que os cientistas discutiam os artigos recém-chegados à instituição. Foto: Acervo COC.
Vitral da Biblioteca de Obras Raras
Com padrões geométricos de influência mourisca, os vitrais são encontrados no terceiro e no quinto pavimentos do Castelo. A peça ornamenta a porta localizada entre a sala do acervo e o salão de leitura. Foto: Acervo COC.
Hall da presidência
As paredes e forros do hall são ornamentadas com desenhos em baixo relevo. O espaço recebe iluminação natural através do vitral do teto. O piso de vidro permite que a luminosidade penetre no vão da escadaria central, localizada abaixo. Foto: Acervo COC.
Vitral do hall da presidência
Detalhe do vitral que decora o teto do hall da presidência da Fiocruz, no quinto pavimento do Castelo. Foto: Acervo COC.
Núcleo Arquitetônico Histórico de Manguinhos (Nahm)
Edifício de maior destaque do Nahm, o Castelo da Fiocruz foi inspirado no Observatório de Montsouris de Paris e também recebeu influência dos palácios ingleses e da arquitetura espanhola. Foto: Acervo COC.
Castelo em construção
O prédio foi erguido sobre a principal colina do terreno atualmente ocupado pelo campus de Manguinhos, com a fachada principal voltada para o mar. O Castelo foi projetado para abrigar as atividades do Instituto Soroterápico Federal, que funcionava provisoriamente nas instalações da antiga Fazenda de Manguinhos. Foto: Acervo COC.
Castelo visto da baía
Nos anos 1910, antes da construção da Avenida Brasil, as águas da Baía de Guanabara chegavam mais próximo da colina em que foi erguido o Pavilhão Mourisco. Foto: Acervo COC.
Castelo da Fiocruz
Visto do Aquário, que foi demolido em 1960, o Pavilhão Mourisco foi construído com materiais importados. A equipe responsável pela construção também era originária de diversos países, como Áustria, Itália e Portugal. Foto: Acervo COC.
Desenho de Luiz de Moraes
O Castelo da Fiocruz foi projetado por Luiz de Moraes a partir de croqui elaborado por Oswaldo Cruz. Imagem: Acervo COC.
Projeto do Castelo
Do lado esquerdo, o desenho, de 1908, mostra parte da fachada fronteiriça do Castelo. No lado direito, um corte apresenta detalhes internos do edifício, como a Biblioteca de Obras Raras e o interior da torre. Imagem: Acervo COC.
Torre do Castelo
Nas torres, que são elementos de coroamento do Castelo, utilizou-se estrutura metálica para sustentar os ornamentos feitos com cimento e areia. A imagem, registrada em negativo de vidro, foi feita na década de 1920. Foto: Acervo COC.
Museu de Patologia
O Castelo abrigava originalmente na sala 307 o Museu de Patologia. A estrutura central, utilizada para apresentação do acervo, foi demolida. Atualmente, o local recebe exposições temporárias do Museu da Vida. Foto: Acervo COC.
Planta da Fazenda de Manguinhos
Datada de 1903, esta planta mostra a localização das construções existentes na antiga fazenda. Na época, a região ficava isolada dos principais núcleos urbanos do Rio de Janeiro. Na área em vermelho, ficava a bateria de fornos de incineração de lixo da cidade do Rio de Janeiro, implantados no fim do século 19 e desativada em 1922. Imagem: Acervo COC.
 
 
Powered by Phoca Gallery